Especificações por lote • Laudo acompanha a NF quando aplicável

Proteina, fibra e energia, do jeito certo para o seu rebanho

DDGS, Polpa cítrica e farelos selecionados, com logística ágil via transportadoras parceiras nas principais regiões pecuárias do País.

Suplementação certa, com previsibilidade de custo

Quando o pasto perde qualidade e a seca se aproxima ou o volumoso encarece, os subprodutos certos ajudam a manter a dieta equilibrada, sem estourar o custo por arroba/litro.

Ganho de peso consistente

Proteína de boa digestibilidade que favorece ganho diário, inclusive em períodos de seca.

Custo eficiente

Oferta de produtos alternativos, com ganho de peso e redução de custos na formulação da dieta.

Flexibilidade nutricional

Ajuste de proteína e energia por fase (recria, terminação, lactação) com itens estáveis de mercado.

Os insumos certos para o cocho

DDGS 32% PB

Farelo de amendoim 45% PB

Caroço de algodão

Polpa cítrica peletizada

Casca de soja peletizada

Casca de amendoim

Farelo de algodão

Torta de algodão

 * Especificações por lote para facilitar o ajuste com o seu nutricionista.

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DDGS 32% PB

DDGS de Milho – Inpasa S A

O DDGS Inpasa é um coproduto completo, com mais de 32% de proteína bruta na matéria natural, com um perfil de aminoácidos essenciais diferenciado, rico em macro e microminerais (destaque para o fósforo), fibra de excelente digestibilidade e elevado teor energético. Livre de antibióticos, conservantes, e antioxidantes, o DDGS atende aos planejamentos nutricionais das várias categorias animais: ruminantes, aves, suínos, equinos, peixes, pets, etc.

Maior uniformidade de sólidos solúveis, elevada concentração de proteína, energia e fósforo em um só ingrediente. Concentração diferenciada de minerais, incrementa a resposta imune, além do desempenho animal. Elevado consumo voluntário devido à alta qualidade da matéria-prima e ao processo de fermentação por leveduras, o DDGS Inpasa promove uma rápida adaptação dos animais às dietas.

Gado ce Corte

Um estudo realizado na ESALQ/USP em parceria com o Prof. Dr. Flavio Portela Santos demonstrou que o DDGS Inpasa melhora o desempenho de bovinos Nelore. Foram testados níveis de 0, 10, 20, 30 e 40% de DDGS Inpasa na matéria seca em substituição total do caroço de algodão e substituição parcial do milho moído e da polpa cítrica. Como resultado, a cada 10% de DDGS aumentou 2,62kg no peso da carcaça quente. A inclusão de até 40% de DDGS elevou a energia líquida das dietas e melhorou o desempenho dos bovinos em terminação.

Gado Leiteiro

Para comprovar que o DDGS Inpasa é um excelente coproduto para ser utilizado na dieta das vacas em lactação, foi realizado um experimento com o professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Dr. Marcos Neves Pereira, avaliando a substituição do farelo e da casca de soja, por doses crescente (0, 5, 10 e 15% na matéria seca) do DDGS na dieta das vacas em lactação. Os resultados demonstraram que com a inclusão do DDGS Inpasa na dieta, as vacas produziram mais leite e sólidos

Composição Nutricional do DDGS (base MS)

NutrientesBase Úmida (%)Base Seca (%)
PB32,0 %35,0 %
PRND (%PB)55,0 %60,0 %
FB10,0 %11,5 %
FDN35,0 %40,0 %
EE5,0 %6,0 %
Mat. Min.6,0 %7,0 %
Ca0,06 %0,07 %
P0,78 %0,89 %
S0,48 %0,54 %
NDT89,0 %

Principais Características

  • Maior uniformidade de sólidos solúveis
  • Elevado consumo voluntário
  • Proteína de alto valor biológico e elevada concentração de vitaminas

Farelo de Amendoim

Rico em óleo, proteínas e vitaminas, o amendoim é um alimento de larga utilização na alimentação humana e na produção de biodiesel, gerando diversos subprodutos que podem ser utilizados na alimentação animal. Os principais subprodutos do amendoim utilizados na alimentação animal são os farelos, a casca in natura ou peletizada e a pele do grão.

No processo de extração de óleo dos grãos de amendoim, a torta, uma vez processada (moída) transforma-se no “Farelo de Amendoim”.

Grande parte das indústrias de óleo de amendoim no Brasil, utilizam dois processos de extração, resultando no “farelo Magro”:

  • Extração por prensagem dos grãos
  • Extração pela utilização de solvente (Hexano)

Algumas indústrias porém, utilizam apenas o primeiro processo, resultando no “Farelo Gordo”:

  • Extração por prensagem dos grãos

A diferença entre os dois processos para efeito de produção do farelo de amendoim, está no teor de óleo residual. Enquanto o “Farelo Magro”, apresenta entre 1,5 a 2,5% de óleo (EE), o “Farelo Gordo”, entrega de 6,0 a 8,0% de óleo (EE) em média.

A capacidade nutricional do farelo de amendoim oscila de acordo com a qualidade e variedade dos grãos e do método utilizado na extração do óleo. Quando a torta é obtida pelo processo simples de prensagem, sua massa retém maior teor de Extrato Etéreo (gordura), tornando-se mais proteica e energética do que quando obtida pelo processo de extração por solventes. Outra variante no processo de obtenção do farelo de amendoim de melhor ou pior qualidade, é a inclusão da casca (vagem seca) do amendoim. Quanto maior a inclusão de casca, menor será a qualidade e maior será o teor de fibras do produto final. O melhor farelo é aquele obtido com a menor inclusão de casca possível, já que sua inclusão em volumes reduzidos é necessária para que a torta consiga transitar pelos equipamentos da indústria, até sua secagem e posterior moagem.

Composição Nutricional do Farelo de Amendoim (base MS)

NutrientesFarelo MagroFarelo Gordo
Umidade10,0 – 12,0 %10,0 – 12,0 %
PB42,0 – 45,0 %45,0 – 50,0 %
FDN8,0 – 15,0 %10,0 – 18,0 %
EE1,5 – 2,5 %6,0 – 8,0 %
NDT70,0 – 75,0 %72,0 – 78,0 %
Ca0,1 – 0,2 %0,1 – 0,2 %
P0,5 – 0,7 %0,5 – 0,7 %

Principais Características

  • Alta Proteína (substitui o farelo de soja)
  • Boa Palatabilidade e Digestibilidade
  • Fonte rica de Aminoácidos

Caroço de Algodão

Após colhido o “capulho”, (última etapa de desenvolvimento do fruto do algodoeiro), ocorre o beneficiamento das fibras, separando-as do caroço. Essa semente oleaginosa, de elevado teor de óleo e envolvida pelo “linter” (fibra curta de algodão), apresenta-se com 89% de Matéria Seca em média. É uma importante fonte de proteína, fibras e energia, na composição das dietas de gado de corte e de leite. Sendo uma semente de alta digestibilidade, seu limite de inclusão na dieta de vacas leiteiras, pode variar de 3,0 a 4,0 kg/animal/dia, podendo chegar a 6,0 kg para vacas de alta lactação. Os limites de inclusão estão relacionados ao seu elevado teor de gordura (18-20% da MS) e ao uso de outros alimentos ricos em gordura na dieta. Para o gado de corte, a quantidade recomendada varia de 10% a 15% da MS ou seja, em torno de 1,0 a 3,0 kg/cabeça/dia, conforme a era do animal. O caroço de algodão substitui bem forragens na dieta. A efetividade da fibra do caroço de algodão (capacidade de promover mastigação e manutenção da gordura do leite) é similar a de forragens (Armentano e Clark, Hoard’s Dairyman). O caroço de algodão com “linter” pode substituir de 25% a 35% da matéria seca da forragem da dieta. A toxicidade por gossipol ou os efeitos subclínicos adversos dessa substância sobre a reprodução não deve ser uma preocupação quando produtos originados do algodão (farelo ou caroço de algodão) não ultrapassam 15% da MS da dieta. Na estocagem do caroço do algodão deve-se evitar a presença de umidade, já que esta favorece a contaminação por fungos e conseqüente produção de aflatoxinas prejudiciais à saúde animal.

Composição Nutricional da Casquinha de Soja (base MS)

NutrientesValor Médio
MS88,0 – 92,0 %
PB21,0 – 24,0 %
FDN45,0 – 50,0 %
FDA35,0 – 40,0 %
NDT85,0 – 90,0 %
EE16,0 – 20,0 %
CINZAS4,0 – 6,0 %
AMIDO< 3,0 %
CÁLCIO (Ca)0,15 %
FÓSFORO (P)0,6 %

Principais Características

  • Alta densidade energética (devido ao alto teor de gordura)
  • Baixo Amido (menor risco de acidose ruminal)
  • Boa fonte de proteína e fibra
  • Excelente ingrediente para vacas em lactação e bois em terminação.

Polpa Cítrica Peletizada de Laranja

O processo de produção de Polpa Cítrica Peletizada, ocorre no período de safra da laranja, ou seja, de maio a janeiro. Sua obtenção provém do esmagamento, separação, prensagem, cozimento, secagem e peletização do bagaço resultante da extração de suco da laranja.

Os frutos são previamente selecionados, desinfetados e seguem para o início do processo industrial. O resultado desse processo, é um produto seco, peletizado e estável, pronto para o armazenamento e utilização nas dietas de ruminantes. O seu fornecimento se dá diretamente no cocho, completando o volumoso ou, se o produtor preferir, misturado à ração, desde que o misturador esteja capacitado para triturá-lo. Com isso, reduzem-se os custos que envolvem o fornecimento de concentrados, promovendo maior economia no processo.

A aplicação da Polpa Cítrica Peletizada, abrange as diversas fases de desenvolvimento de bovinos de leite e de corte, com dosagens variando entre 1,5 kg a 4,0 kg/(UA)/dia de acordo com a composição dos concentrados utilizados.

Por ter aptidão protéico-energética, a utilização da Polpa Cítrica Peletizada pode ocorrer tanto em confinamentos como em semi-confinamentos, visto que o teor de fibras é bastante considerável.

O produto é também recomendável para a dieta de bezerros, pois gera benefícios na estabilização e no próprio desenvolvimento do rúmen dos animais. Para que isso ocorra, é importante que o teor de proteína digestível seja mantido em níveis similares aos utilizados em dietas com cereais, com especial cuidado na fase de adaptação do aroma da polpa. Observa-se que a palatabilidade fica mais fácil na medida em que os bezerros ficam mais velhos. Segundo experimentos recentes, a dieta com 15% de polpa mais 15% de cascas de algodão é a que apresenta melhor consumo em animais de até 80 dias.

Composição Nutricional da Polpa Cítrica Peletizada (base MS)

NutrientesValor Médio
MS89,0 – 92,0 %
PB6,0 – 7,0 %
FDN20,0 – 25,0 %
FDA16,0 – 20,0 %
EE1,0 – 2,0 %
NDT65,0 – 70,0 %
ELg1.40 Mcal/kg MS
ELl1.60 Mcal/kg MS

Principais Características

  • Fonte Energética Fibrosa – Menor risco de Acidose Ruminal
  • Alta Palatabilidade
  • Boa Digestibilidade
  • Rica em Pectina

Casquinha de Soja

A casca de soja é a parte externa do grão, obtida por separação durante o processo de extração do óleo. Também conhecida como casquinha de soja, é comercializada na forma moída ou peletizada. Para cada tonelada de soja processada são produzidos 50 kg da casca de soja. Com relação à sua composição química, a casca de soja possui alto teor de fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA), mas baixa quantidade de lignina (em torno de 2,0 %), o que pode resultar em uma digestibilidade de até 68,0 a 72,0 % em animais de corte e de leite.

É considerada por muitos autores como um ingrediente volumoso-concentrado, pois tem a função fisiológica de fibra vegetal e funciona como um grão de cereal em termos de disponibilidade de energia. Sobre o valor energético, a casca de soja apresenta 3,1 a 3,3 Mcal ED/kg de MS, enquanto que o milho apresenta 3,5 a 3,7 Mcal ED/kg de MS.

Além de possuir uma boa palatabilidade, a casca de soja proporciona um efeito positivo associativo quando incluída em dietas de alta proporção de forragem (mais que 50%), pois promove a manutenção do ph ruminal, não prejudicando as bactérias que degradam a fração fibrosa dos alimentos.

Quando utilizada como suplemento para animais mantidos em pastagens de qualidade moderada a baixa, a casca de soja pode substituir o milho ou o sorgo sem que ocorra queda no desempenho (ROYES et al., 2001; SANTOS et al., 2005). Isso ocorre porque mesmo possuindo concentração energética inferior ao milho, a quase inexistência de amido faz com que os efeitos negativos associados à redução da degradação de fibra e do consumo de matéria de seca de pasto, sejam bem menores (ANDERSON et al., 1988).

Composição Nutricional da Casquinha de Soja (base MS)

NutrientesValor Médio
MS89,0 – 91,0 %
PB10,0 – 13,0 %
FDN55,0 – 65,0 %
FDA40,0 – 45,0 %
NDT65,0 – 70,0 %
EE1,5 – 2,0 %
CINZAS4,0 – 6,0 %
AMIDO< 5,0 %
PECTINA2,0 – 4,0 %

Principais Características

  • Alta fibra digestível (rica em Pectina e baixa em Lignina)
  • Baixo Amido (menor risco de acidose ruminal)
  • Boa Palatabilidade

Casca de Amendoim

A Casca de Amendoim Peletizada é proveniente do processo de beneficiamento do grão de amendoim. A casca da vagem do amendoim é triturada e prensada, servindo como fonte de fibras para o complemento das dietas de ruminantes nos períodos secos do ano. A peletização dessa casca, facilita a carga e a descarga e otimiza muito o transporte. O peso específico da casca de amendoim peletizada, é em torno de 620 a 650 kg /metro cúbico, o que permite embarque de carga cheia.

Pode ser tbm utilizada com cama de frango para aviários devido à sua boa absorção de umidade facilitando o manejo e reduzindo os odores no galpão.

Composição Nutricional da Casca de Amendoim (base MS)

NutrienteValor
Umidade7,11 %
PB7,88 %
FDN73,30 %
FDA65,44 %
EE4,84 %
NDT46,79 %
Mat. Mineral2,66 %

Principais Características

  • Ótima fonte de fibras para o período das secas
  • Boa Palatabilidade e Digestibilidade

Farelo de Algodão

Não é de hoje que o farelo de algodão vem sendo utilizado na composição das dietas para bovinos de corte e leite. Rico proteína e fibras, o farelo de algodão é resultante da extração do óleo do caroço do algodão.

Após a colheita e beneficiamento da pluma do algodão, os caroços que se entremeiam às fibras do capulho, são destinados à indústria para a extração de óleo e farelos. Após a prensagem mecânica do caroço de algodão e extração do óleo, a massa resultante composta de proteína, casca e fibras curtas é denominada “torta”. Algumas indústrias que possuem o processo de extração química por solvente, destinam a “torta”, a uma segunda extração do óleo.

Para a obtenção dos farelos do algodão, a torta passa pela secagem, trituração e adição de casca.

A inclusão de mais ou menos casca (fibra) do caroço do algodão determinará o percentual de proteína do farelo, o qual poderá ser de 28% ou 38% de PB.

O farelo de algodão pode ser estocado por períodos de tempo razoáveis (3 a 4 meses), desde que bem protegido da umidade (longe das paredes e sobre estrados de madeira).

Composição Nutricional do Farelo de Algodão (base MS)

NutrientesValor Médio – 28% PBValor Médio – 38% PB
Umid. Máx12,0 %12,0 %
PB (Mínimo)28,0 %38,0 %
Fibra Bruta (Máx)23,0 %18,0 %
FDA40,0 %40,0 %
FDN20,0 %20,0 %
EE2,0 %2,0 %
Teor de Gossip0,02 %0,02 %
Mat. Min. (Máx)7,5 %7,5 %

Principais Características

  • Boa fonte de proteína
  • Boa Palatabilidade
  • Presença de Fibra Efetiva

Torta de Algodão

Após o processo de extração do óleo do Caroço de Algodão no sistema de prensagem simplesmente, resulta uma massa mais densa com fibras curtas de algodão. Esse produto, denominado Torta de Algodão, é amplamente utilizado na formulação de dietas para ruminantes de corte e de leite, em função de seu alto teor de proteína bruta e energia.

A Torta de Algodão pode ser incluída em rações concentradas e também misturada ao volumoso no cocho, representando uma fonte proteica economicamente viável.

Composição Nutricional do DDGS (base MS)

NutrientesValor Médio
MS88,0 %
PB30,0 %
Fibra Bruta (Máx)15,0 %
Gossipol Livre1,27 ppm
Carboidratos Totais30,1 %
EE8,0 %
NDT76 %
Cinzas4,7 %

Principais Características

  • Fonte Proteica de Boa Qualidade
  • Auxilia no aumento do consumo de Matéria Seca.
  • Disponível para fornecimento o ano inteiro.

Níveis de Garantia

O documento acompanha cada carga expedida, garantindo a composição bromatológica de acordo com a especificação técnica do produto contratado.

Produtos Veterinários e
Pet Care:

Linha medicamentosa Anti Sarna, Carrapaticidas, Anti-Pulgas e produtos de Higiene, Beleza e Bem estar Animal para o seu Pet. Atendemos Atacados e Distribuidores especializados.

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Pomada cicatrizante Saralogo

 * Siga sempre o rótulo. Em caso de dúvidas, consulte o médico-veterinário.

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DDGS 32% PB

Origem & padrão

Coproduto do etanol de milho (Inpasa), com PB ~32% base úmida / ~35% base seca, FDN ~35–40%, NDT ~89%, P ~0,78–0,89%, S ~0,48–0,54%. Sem antibióticos / conservantes / antioxidantes. 

Aplicação típica

Corte e leite: substitui parte de milho, farelo de soja e polpa, conforme formulação. Estudos com Nelore em terminação indicam ganhos de carcaça crescentes de até 40% de DDGS na MS; em leite, inclusão 0–15% elevou produção e sólidos.

Benefícios

Proteína de alto valor biológico, fibra digestível, teor energético elevado e macro/microminerais (destaque para fósforo). Maior uniformidade de sólidos e rápida adaptação.

Logística & embalagem

Entregue a granel. Manter o padrão da página: especificações por lote na proposta; laudo acompanha a NF quando aplicável

Origem & padrão

Coproduto do etanol de milho (Inpasa), com PB ~32% base úmida / ~35% base seca, FDN ~35–40%, NDT ~89%, P ~0,78–0,89%, S ~0,48–0,54%. Sem antibióticos / conservantes / antioxidantes. 

Aplicação típica

Substitui parte do farelo de soja em corte e leite; escolha entre magro ou gordo conforme meta energética da dieta (com nutricionista).

Benefícios

Alta proteína, boa palatabilidade/digestibilidade e perfil de aminoácidos favorável.

Logística & embalagem

Granel ou big-bag ~1.000 kg; especificações por lote na proposta; laudo com a NF quando aplicável.

Origem & padrão

Semente oleaginosa do algodão com linter; ~89% MS.

Aplicação típica

3–4 kg/vaca/dia (até 6 kg em alta lactação). Corte: 10–15% da MS (~1–3 kg/cab/dia, conforme era). Substitui parte da forragem (25–35% da MS da forragem).

Benefícios

Energia + fibra na mesma semente; baixa em amido (menor risco de acidose); mantém gordura do leite; palatável. Gossipol não preocupa até ~15% da MS da dieta.

 

Logística & embalagem

Granel compactado ou fardos; evitar umidade (risco de fungos/aflatoxinas). Especificações por lote e laudos seguem o padrão do site.

Origem & padrão

Peletizada no período de maio a janeiro a partir do bagaço do suco (esmagamento, prensagem, cozimento, secagem e peletização). MS ~89–92%, FDN 20–25%, NDT 65–70%, PB 6–7%.

Aplicação típica

1,5–4,0 kg/UA/dia em fases de corte e leite; útil também para bezerros (estabilização do rúmen; atenção à adaptação ao aroma).

Benefícios

Fonte energética fibrosa, rica em pectina, alta palatabilidade e boa digestibilidade, com menor risco de acidose que cereais amiláceos.

Logística & embalagem

Manter padrão do site: especificações por lote na proposta; laudo com a NF quando aplicável.

Origem & padrão

Subproduto da extração do óleo de soja; comercializada moída ou peletizada. Fibra com FDN/FDA altos e lignina baixa (~2%), com digestibilidade ~68–72%.

Aplicação típica

Suplemento para pastos de qualidade moderada/baixa; pode substituir milho/sorgo sem queda de desempenho (conforme formulação/nutricionista).

Benefícios

Mantém pH ruminal, melhora uso da fibra de forragem (efeito associativo), 3,1–3,3 Mcal ED/kg MS (vs. milho 3,5–3,7).

Logística & embalagem

Granel/peletizada; especificações por lote na proposta; laudo acompanha a NF quando aplicável (seguir padrão da página).

Origem & padrão

Subproduto da indústria do amendoim; fibra estrutural.

Aplicação típica

Ajustes de fibra em dietas de corte e leite conforme recomendação técnica.

Benefícios

Contribui com fibra efetiva em cenários de volumoso restrito.

Logística & embalagem

A granel. Especificações do lote na proposta.

Origem & padrão

Subproduto da extração do óleo do caroço; a inclusão de casca define o teor de proteína (28% ou 38% PB). Pode passar por prensagem e extração por solvente; estocagem 3–4 meses bem protegido da umidade.

Aplicação típica

Fonte de proteína + fibra em dietas de corte e leite; escolher 28% ou 38% conforme objetivos de custo/energia e recomendação do nutricionista.

Benefícios

Boa palatabilidade, presença de fibra efetiva; gossipol em níveis típicos de processo.

Logística & embalagem

Seguir padrão do site: especificações por lote na proposta; laudo com a NF quando aplicável.

Origem & padrão

Subproduto da extração mecânica (prensagem) do óleo do caroço de algodão; resulta em massa densa com fibras curtas. Destaca-se pelo alto teor de energia (8% EE) e proteína (mín. 30% PB).

Aplicação típica

Fonte proteica e energética para dietas de ruminantes (corte e leite). Versátil, pode ser incluída em rações concentradas ou misturada diretamente ao volumoso no cocho.

Benefícios

Proteína de boa qualidade com alto NDT (76%); auxilia no aumento do consumo de Matéria Seca e possui disponibilidade de fornecimento durante o ano todo.

Logística & embalagem

Seguir padrão do site: especificações por lote na proposta; laudo com a NF quando aplicável.

Dúvidas frequentes

 Qual o volume mínimo de compra?

A partir de 15 toneladas. Para cargas menores, consulte disponibilidade.

Sim, mediante agendamento prévio e apresentação de documentos de transporte.

Recomendamos ajuste progressivo conforme orientação do seu nutricionista.

Sim, a disponibilidade varia por safra e origem.

As especificações do lote vão na proposta; laudo acompanha a NF quando aplicável.

*Importante:  Disponibilidade e prazos podem variar por safra, região e planta de origem.

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